
quarta-feira, 16 de junho de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Antologia Infantil "Para brincar de ler"


Olá queridos amigos das letras,
Meu nome é Izabelle Valladares e estou abraçando junto á editora Literata este projto de uma antologia de contos infantis com gravuras.
Além do prazer de podermos levar nossa imaginação ao infinito mundo do faz de contas infantil, iremos estar selecionando os contos com carinho e atenção para que se torne uma obra inesquecível!
Aproveitem para participar.Solicitem o regulamento pelo email
antologia@izabellevalladares.com.br
ou escritora@izabellevalladares.com.br (MSN)
domingo, 21 de fevereiro de 2010
PRÓLOGO DO LIVRO

Quem disse que só fazemos amor?
Manual de sobrevivência do homem, na selva da mulher moderna.
(Prólogo)
Bom, vamos começar pelas apresentações:
Chamo-me Yegle, nome difícil de origem grega, o que talvez, tenha me feito uma pessoa também difícil.
Sou brasileira, tenho 33 anos, estado civil: uma incógnita; então prefiro não comentar, pode ser que quando você estiver lendo este livro eu esteja casada, ou solteira, ou recém separada ou recém casada ou simplesmente ENROLADA.
Vamos aos fatos que me levaram a escrever para o sexo oposto ao meu:
Primeiro: Tenho verdadeira admiração pelos homens, acho-os descolados e divertidos
Segundo: Tenho verdadeira admiração pelas mulheres, às acho espertas e donas de si.
Terceiro: percebo que as duas classes não andam se dando bem ultimamente, e isso é um grande problema.
Quarto: Observo que apesar dos homens não serem bobinhos nós mulheres damos banho neles em astúcia e percepção.
Quinto: A qualidade dos homens vem caindo muito em relação á evolução da mulher.
Sou uma pessoa politizada, inteligente, bonita pra uns, mais ou menos pra outros, mas beleza aqui não vem ao caso e sim comportamentos.
Não quero usar este livro para massacrar a imagem feminina junto aos homens...
Nem pensar... Mas tenho muitos amigos homens, que estão por aí solitários e apavorados com a nossa
nova classe de predadoras que surgiu no mercado, e o que é pior... Predadoras profissionais.
Não pensem vocês homens que andamos por aí nos achando o sexo fraco, muito pelo contrário, nos descobrimos o sexo forte e estamos entrando com tudo no jogo do amor...
Se é que podemos acreditar que hoje em dia alguém faça amor...
A modernidade chegou, é verdade, nós mulheres que antes éramos criadas por mães, que foram criadas por mães, submissas e sofredoras, que recebiam um carinhozinho como prêmio de consolação quando seus machos dominantes chegavam em casa, já não aceitamos mais essas condições.
Nossas mães já um pouco mais evoluídas, que nossas avós, descobriram o segredo da pílula anticoncepcional, como se faz um coito interrompido e que sexo oral não engravida, indo mais além, nós mulheres modernas independentemente de sermos donas de casa ou poderosas executivas, demos de cara com a
realidade, temos que trabalhar, para manter a casa ou as mais sortudas, só para ajudar, temos que cuidar dos filhos, não deixá-los se envolver com drogas, escolher um parceiro a nossa altura e ainda por cima ter uma visão religiosa, isso tudo obrigatoriamente, sem contar em se preocupar em ter orgasmos, se possíveis
duplos, ou triplos para as mais privilegiadas,
conseguir mostrar aos nossos parceiros independentemente de serem nossos
maridos ou não, onde fica nosso ponto “g” e conseguir manter uma escova no cabelo por mais de três dias.
Enquanto isso, no reino masculino, os homens que criaram seus pais trabalhavam para alimentar os filhos, queriam roupa lavada e comida na mesa ao chegar em casa,queriam os filhos alfabetizados, alguns chegavam à evolução de querer que os filhos tivessem o segundo grau, e outros raríssimos tinham o sonho quase que impossível de ver os filhos na faculdade, mas
naquela época o estudo ficava em terceiro lugar, afinal, seus pais não o tiveram e criaram uma renca de crianças. Os pais que os criaram também trabalhavam para sustentar os filhos, também queriam roupa lavada, comida na mesa, mulher cheirosa na cama, e que vocês no mínimo concluíssem o segundo grau, é aí
que começa a grande diferença entre os sexos hoje, vocês homens continuaram ao longo dos anos com a mesma criação, ou seja, do mesmo jeitinho que seu avô criou seu pai, seu pai te criou e provavelmente você está criando seu filho, é a mesma forma há décadas, já nós mulheres mudamos e muito a forma de nos relacionar em família, nós fomos obrigadas a evoluir muito
mais do que os homens, lutamos por nossos direitos e
descobrimos que de frágeis não temos nada, que conseguíamos manter casas muitas vezes melhor do que os homens, que os trabalhos que necessitassem de esforço mental tirávamos de letra
e que os trabalhos que necessitassem de esforço físico, sabíamos mandar fazer e que falar de camisinha e anticoncepcional com nossos filhos não era nenhum bicho de sete cabeças.
Percebemos que conseguíamos nos sair bem em praticamente todas as profissões com a diferença que em muitos dias, trabalhamos sangrando.
Ao perceber a fragilidade dos homens com quem convivo, suas inexperiências, dúvidas e fraquezas, descobri que os culpados são os próprios homens, que ensinaram aos seus filhos ,somente o que aprenderam, pesquisei profundamente entre 100 mulheres e reúni um catálogo de perfis femininos, extraído de mulheres com quem convivo, e com quem não convivo, que amo, e que
odeio, sob meu ponto de vista, que, aliás, sempre foi taxado como um ponto de vista masculino.
Então caros amigos e amigas, que este livro não sirva como arma para que vistam uma armadura contra as mulheres e sim, que vocês homens percebam com certa antecedência, qual tipo delas você atura, e qual abomina, e para nós mulheres que certamente nos enquadramos em algum perfil, que possamos dar uma trégua em nossas personalidades autodestrutivas e nos enxerguemos como realmente somos: Fortes nas qualidades,
mas, todavia, porém, contudo, fortes nos defeitos também.
Novidades 2010
Queridos leitores, além de participar de vários concursos por aí, estarei lançando em março o livro de contos e estou com o projeto do Livro Ecstasy- rave fatal para o segundo semestre , que irá invadir as escolas de ensino fundamental e médio com informações sobre overdose e uso de drogas sintéticas,as escolas que tiverem interesse da palestra devem entrar em contato pelo site.www.izabellevalladares.com.br ou por email... Izabellevalladares@hotmail.com.
beijaraços!!!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Contos e lendas que me contaram no Brasil

Este é o único conto de cunho sexual do meu novo livro
"Contos e lendas que me contaram no Brasil"
espero que curtam:
Assédio de quem afinal?
Avenida Paulista, centro de Sampa, lugar movimentado aonde quase ninguém se fala, todo mundo se esbarra e dizem que as pessoas não têm tempo de pensar em amores... Em amores pode até ser, mas se cada escritório daquele falasse... O som que se ouviria naquelas ruas seria outro, sexo, sexo, sexo, sexo.
Em trabalho sempre acontecem situações de proximidade, eu tinha uma amiga e também colega de trabalho que não andava bem com o namorado, na altura eu também tinha terminado uma relação com uma pessoa que foi uma paixão, em suma os dois andávamos em baixa no amor…
Fomos fazer um trabalho de campo, isso implicava um andar com o carro e o outro a pé… Como cavalheiro, resolvi ir eu a pé e ela do carro.
Mas ela decidiu me oferecer uma carona até minha área de trabalho.
Eu estava concentrado em meu trabalho, riando gráficos e estratégias, quando minha amiga me disse o seguinte:
_Hoje faria uma loucura com você.
Pensei comigo... Vai me pagar um almoço.
Ela era uma mulher bonita, grande, coxuda, objeto de desejo de muitos homens no escritório, e pra mim ela repetiu:
_ Hoje faria uma loucura com você.
Levei aquilo na boa, brincadeira de amigos…
Nesse dia o namorado passou para vi-la buscar e ela não quis ir com o namorado, e preferiu regressar para casa comigo. Mais uma vez levei aquilo numa boa imaginando que ela teria tido uma discussão com o namorado…
Isto passou e na sexta à tarde, recebo um telefonema dela, perguntou-me se eu não queria ir passar o Sábado com ela, que o namorado não ira estar.
A casa, naquela altura, era dela e do namorado então eu resolvi, que mal faz ir até lá e fazer-lhe companhia? Estava sozinho mesmo e nada naquele dia iria mudar, aceitei como amigo.
Almoçamos nesse Sábado, ela fez o almoço, bebemos uns copos, e ficamos na conversa e a beber, ela era uma pessoa com um aspecto sério!!! Tinha um ar altivo, e ao mesmo tempo, para quem a conhecia, um ar de gostosa, de boazuda, de quem não deixava assuntos sexuais para depois.
Mas, como os copos são terríveis, (não que alterem nada, só libertam para se fazer o que sóbrios simplesmente desejamos, só que achamos que não devemos fazer, ou seja, os copos não passam de uma desculpa) começamos a falar de sexo!!!!
Claro que a conversa iria parar aí, até porque eu tinha uma enorme curiosidade em relação ao que ela poderia fazer na cama… e ela afinal não brincava quando dizia o que fazia!!!
De repente ela disse-me:
- Vamos para o quarto, lá está mais fresco, o ar condicionado me lembra nosso escritório.
Estávamos no Inverno…
Ela levantou o edredom de estampa de onça, e deitamos por baixo, e como é óbvio tocamo-nos de leve…. Trocamos um daqueles olhares e, opsssss já estava à desgraça feita!!!!
Ela pega-me um quente, molhado, corajoso, beijo na boca….
Mas a maior surpresa foi quando ela integralmente me arrebentou o botão da camisa saltou-me em cima e começou a esfregar-se no meu corpo.
Enquanto isso ela foi abrindo as calças dela, e as minhas.
Depois, afastou-se um pouco e despiu-se toda
Voltou a sentar-se em cima, e de uma vez, foi-se movimentando e rebolando em cima de mim...
O corpo dela era surpreendentemente mais interessante e excitante do que se imaginava quando ela estava vestida!!!
De repente ela para, me olha nos olhos e me diz:
_ o que você sente por mim?
Eu pensei no que responderia... E pateticamente respondi:
_ Respeito.
Ela ficou de pé na cama e me respondeu:
_ É tudo que eu não quero hoje de você, quero que me trates como uma prostituta.
Ela olhava pelo espelho assim como eu e isso dava uma excitação ainda maior.
De repente mandou-me parar e voltou-se pra mim, pediu-me que me amarra-se, e eu deixei, e gostei.
Pediu-me que dessas tapas em sua cara e nádegas.
E eu mais uma vez assim obedeci
Ficamos ali a olhar um para os outros extasiados…
Pensei na reação dos meus amigos de trabalho, se pudessem ver aquela cena que havia se instalado ali, eu, o nerd do escritório, e ela, a mulher concentrada, séria, mas que usava micro calcinhas que era impossível não repará-las, ou imaginá-las.
Pensei que havia feito o melhor dos negócios, que dali em diante, faríamos sexo, na garagem do prédio, nas horas extras, nas happy ours e em todos os momentos de folga.
Mas no dia seguinte ela me cumprimentou secamente e polidamente.
Evitou se dirigir a mim como amigo, e falou apenas assuntos de trabalho.
Acabamos por ficar assim, não nos tocamos mais, não nos sentimos mais, um dia aquilo foi me sufocando e decidi perguntar a ela, se não havia gostado, ela respondeu:
_ Ao contrário, se eu não tivesse gostado repetiria pra tirar a dúvida.
Eu era realmente um tolo, achando que aquela situação se prolongaria,comecei a imaginá-la fazendo sexo com outros homens do escritório e aquilo me matava de ciúmes.
Combinamos que nada disso se saberia no trabalho, mas acabei me abrindo para um amigo, como é óbvio, e assim aconteceu, a fofoca se espalhou, um dia fomos chamados na sala da diretoria, com a seguinte informação que rolava o assunto de assédio sexual de uma das partes.
Ela obviamente negou, e eu indaguei quase que inocentemente:
_ Assédio de quem afinal?
Olhei pra ela, minha vontade era xingá-la, não que tivesse me oferecido algo mais que sexo, mas me maltratara me dando uma noite quente e me largara na sarjeta, para meu desespero, mas reprimi minha vontade e segui em frente, meus pensamentos me traiam, eu olhava pra ela séria e pensava em gritar ao nosso chefe, ela é uma puta na cama, me usou como quis, e nem comigo direito fala mais, ela não só me assediou, mas também me usou sem dó nem piedade, mas a única coisa que fiz foi pedir licença e me retirar.
Continuamos bons Amigos.
A única coisa que mudou foi o fato de á partir desse dia, saber que minha amiga de trabalho era boa de cama, devoradora e eu... Um simples objeto descartável do seu desejo.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
EXISTEM REGRAS PARA UM RELACIONAMENTO DAR CERTO?
Amigos, sei que relação á dois não é tão simples quanto ditar simples regras, como sempre digo,Sexo e casamento são receitas de bolo,só muda a mão que mexe, mas não é tão fácil, se fosse, eu também já teria acertado, mas vou citar algumas regras básicas, ou seja, ingredientes que não podem faltar, para que se possível as coisas comecem a mudar, neste universo mágico chamado amor,que é a busca incessante de todo ser humano, repito "humano" que conheço, é claro que workholics não contam...não são tão humanos assim..rsrs
1. Comunicação: o ingrediente principal
Ainda que você já tenha ouvido isso mais de mil vezes, não deixa de ser certo. É impossível que um casal funcione ou que as duas pessoas estejam felizes com a relação se não existe uma boa comunicação.
Mas, comunicar-se não tem a ver com falar muito e, sim, com poder expressar para o parceiro os sentimentos, inquietudes, projetos... e obter um "feedback" da parte dele. Se existe uma boa comunicação é fácil resolver os problemas que vão surgindo.
2. Escutar: o outro lado da moeda (o mais difícil)
É tão importante como ser capaz de falar e se comunicar. Se você fala sem parar e quando ele quer te contar algo (ainda que seja algo relacionado ao futebol,no caso feminino) você logo muda de assunto,o que é um erro gravíssimo, como eles acompanham nossos filmes melodramáticos de vez em quando em nossos momentos TPM ( vulgo To Pirada Mermo), tbm podemos aprender a apreciar a arte dos gramados, eu Palmeirense convicta, aprendi isso e hj gosto, resumindo, ou ia pro Maraca, ver o futebol, ou ficava em casa vendo faustão, prefiri aderir as chuteiras, e ainda conseguia vizualir umas coxas novas e voltar pra casa com o tesão renovado,então amore se não ouve, você está falhando em um ponto muito importante,e não se trata de ficar quieta e ouvir tudo o que ele diz, mas sim de escutá-lo e tentar entendê-lo.
Seu parceiro deve saber que pode lhe contar qualquer coisa, pois você irá prestar toda atenção. Saber escutá-lo ajudará com que ele se comunique melhor, a criar laços especiais de cumplicidade entre vocês e saber o que quer, necessita e preocupa o outro.
3. Ser compreensiva: ponha-se no lugar dele
Antes de julgar uma situação, por mais grave ou absurda que ela lhe pareça, tente se colocar no lugar da outra pessoa. Tente averiguar o que ele sente, como pensa, por que tem se comportado assim.
Ninguém nunca tem razão absoluta e sempre há muitas versões para a mesma história. Seu parceiro não pode e não deve se comportar igual a você, irritar-se com tudo o que ele faz sem tentar entender ou tentar mudá-lo é um erro.
Ainda que vocês tenham certa afinidade, não precisam pensar igual em tudo. Entender isso os ajudará a serem muito mais compreensivos um com o outro, mais tolerantes e justos.
4. Tolerância: liberdade bem entendida
Você deve ser tolerante com seu parceiro sempre que a atitude ou o comportamento dele forem honestos ou quando não te causarem danos físicos ou emocionais.
Este é um dos pontos mais difíceis de atingir já que, normalmente, mesmo que a liberdade seja algo desejado é muito difícil dar essa liberdade ao nosso parceiro.
Cada membro do casal tem direito a ter seus momentos de independência e intimidade, de desenvolver seus projetos, gostos ou fantasias sem se sentir limitado pelo outro.
Mesmo que pareça o contrário, controlar seu parceiro, querer estar sempre com ele ou proibi-lo de fazer certas coisas simplesmente por insegurança é o que mais pode afastá-lo de você.
Um casal não pressupõe um contrato de escravidão e, sim, de colaboração. A postura mais generosa e benéfica para o relacionamento é apoiar o parceiro de uma maneira construtiva em seu desenvolvimento individual.
5. Desenvolvimento pessoal, não funcional.
É muito importante entender que embora vocês sejam um casal, vocês continuam sendo pessoas independentes, com personalidades e vidas próprias.
Vocês devem amadurecer e se desenvolver de forma individual para que exista um equilíbrio entre o casal. Ninguém deve viver à sombra do outro ou ser totalmente dependente dele.
Claro que o desenvolvimento e amadurecimento dele deve ser paralelo ao seu. Para conseguir isso, é fundamental que vocês tenham alguns objetivos comuns na vida: casa, trabalho, filhos, viagens, vida em casal, etc.
Além disso, é importante que você sinta que existe entre vocês um tipo de união que vai além do material. Uma conexão espiritual, uma forma comum de sentir a vida e o relacionamento.
No começo, o encantamento e a paixão proporcionam essa união especial, depois parece que algo está faltando.
Agindo dessa forma, você não permitirá que haja um desequilíbrio entre os interesses individuais e comuns de vocês.
6. Ter vida social
No início, é normal que vocês só tenham vontade de ficar juntos e sozinhos, porém, é fundamental que vocês tenham vida social. Não só de forma individual, mas também como casal.
Isto significa que vocês devem ter amizades comuns com as quais podem fazer planos. A mesma coisa pode se estender à família. Sair juntos e se divertir fará com que vocês se sintam bem e dará uma pitada de emoção a vida de vocês.
É importante que ambos possam continuar desfrutando sozinhos dos próprios amigos, mas, claro, de uma forma honesta e sadia. Para isso, é fundamental ter confiança no parceiro, o próximo ponto da lista.
7. Confiança: evite o desentendimento
Um relacionamento sem confiança mútua não leva à parte alguma. Não é necessário confiança cega, mas, racional. Se não há motivos reais ou comprovados para desconfiar, infernizar a vida do parceiro com medos ou inseguranças fará com que ele se afaste.
A falta de confiança empobrece as relações e torna a convivência difícil. Aquele que é objeto de suspeita ou acusação costuma se "desapaixonar" porque a atitude da(o) parceira(o) o impede de desfrutar das coisas mais simples.
Para não criar situações incômodas, ele acaba renunciando muitas coisas. Mas, a pessoa que desconfia também sofre muito e pode passar facilmente do amor à obsessão. A solução para este problema passa pela comunicação.
8. Afeto: depois da paixão
As carências afetivas costumam terminar com muitos casais. O afeto é a demonstração do amor, fundamental uma vez que o encantamento e a paixão começam a decair.
É muito importante ter sempre uma atitude carinhosa com o parceiro e fazer demonstrações de carinho para que passem muito tempo juntos. Não se sentir querida é uma das principais queixas das mulheres.
O carinho é algo que deve ser cuidado a cada dia, já que é o que mais facilmente se perde com o tempo e com a rotina.
Você conhece tanto seu parceiro que acha que ele não precisa de mimos e carícias. Se não recebemos carinho devemos fazer com que ele saiba, para ver se é uma questão de descuido ou se existe uma causa mais profunda.
9. Sexo: o tempero da relação
Fazer com que o sexo funcione é um grande ponto a favor para que um relacionamento dure, entretanto, ele não deve ser o principal. Se vocês só estão juntos para poderem praticar o sexo será difícil fazer com que a relação de vocês chegue a algo mais.
É importante que ambos desfrutem das relações sexuais e tomem a iniciativa na hora da transa. O sexo, assim como o carinho, também precisa de cuidado. Vocês não podem se acomodar com o tempo.
O cansaço, o estresse, os filhos e as preocupações fazem estragos na vida sexual de muitos casais. Quando o desejo está inibido é preciso buscá-lo e propiciá-lo. Manter uma vida sexual ativa é um trabalho e uma preocupação dos dois.
10. Amor: saber dar e receber
Amar também se aprende. De fato, é uma atitude madura e pode ser muito consciente. Em quase todos os casais costuma haver um que desempenha o papel de amante e outro o de amado.
É muito cômodo deixar que alguém te deseje, mas nem sempre é a postura que a faz mais feliz no relacionamento.
Tão importante quanto ouvir o parceiro dizer que a deseja, é poder dizer a mesma coisa a ele. Existem pessoas que têm uma enorme capacidade de amar e de se entregar, já para outras, isso custa tanto que chegam a fracassar em seus relacionamentos, mesmo desejando a outra pessoa.
muito amor para todos...e comprem o livro..rs beijos Inté
1. Comunicação: o ingrediente principal
Ainda que você já tenha ouvido isso mais de mil vezes, não deixa de ser certo. É impossível que um casal funcione ou que as duas pessoas estejam felizes com a relação se não existe uma boa comunicação.
Mas, comunicar-se não tem a ver com falar muito e, sim, com poder expressar para o parceiro os sentimentos, inquietudes, projetos... e obter um "feedback" da parte dele. Se existe uma boa comunicação é fácil resolver os problemas que vão surgindo.
2. Escutar: o outro lado da moeda (o mais difícil)
É tão importante como ser capaz de falar e se comunicar. Se você fala sem parar e quando ele quer te contar algo (ainda que seja algo relacionado ao futebol,no caso feminino) você logo muda de assunto,o que é um erro gravíssimo, como eles acompanham nossos filmes melodramáticos de vez em quando em nossos momentos TPM ( vulgo To Pirada Mermo), tbm podemos aprender a apreciar a arte dos gramados, eu Palmeirense convicta, aprendi isso e hj gosto, resumindo, ou ia pro Maraca, ver o futebol, ou ficava em casa vendo faustão, prefiri aderir as chuteiras, e ainda conseguia vizualir umas coxas novas e voltar pra casa com o tesão renovado,então amore se não ouve, você está falhando em um ponto muito importante,e não se trata de ficar quieta e ouvir tudo o que ele diz, mas sim de escutá-lo e tentar entendê-lo.
Seu parceiro deve saber que pode lhe contar qualquer coisa, pois você irá prestar toda atenção. Saber escutá-lo ajudará com que ele se comunique melhor, a criar laços especiais de cumplicidade entre vocês e saber o que quer, necessita e preocupa o outro.
3. Ser compreensiva: ponha-se no lugar dele
Antes de julgar uma situação, por mais grave ou absurda que ela lhe pareça, tente se colocar no lugar da outra pessoa. Tente averiguar o que ele sente, como pensa, por que tem se comportado assim.
Ninguém nunca tem razão absoluta e sempre há muitas versões para a mesma história. Seu parceiro não pode e não deve se comportar igual a você, irritar-se com tudo o que ele faz sem tentar entender ou tentar mudá-lo é um erro.
Ainda que vocês tenham certa afinidade, não precisam pensar igual em tudo. Entender isso os ajudará a serem muito mais compreensivos um com o outro, mais tolerantes e justos.
4. Tolerância: liberdade bem entendida
Você deve ser tolerante com seu parceiro sempre que a atitude ou o comportamento dele forem honestos ou quando não te causarem danos físicos ou emocionais.
Este é um dos pontos mais difíceis de atingir já que, normalmente, mesmo que a liberdade seja algo desejado é muito difícil dar essa liberdade ao nosso parceiro.
Cada membro do casal tem direito a ter seus momentos de independência e intimidade, de desenvolver seus projetos, gostos ou fantasias sem se sentir limitado pelo outro.
Mesmo que pareça o contrário, controlar seu parceiro, querer estar sempre com ele ou proibi-lo de fazer certas coisas simplesmente por insegurança é o que mais pode afastá-lo de você.
Um casal não pressupõe um contrato de escravidão e, sim, de colaboração. A postura mais generosa e benéfica para o relacionamento é apoiar o parceiro de uma maneira construtiva em seu desenvolvimento individual.
5. Desenvolvimento pessoal, não funcional.
É muito importante entender que embora vocês sejam um casal, vocês continuam sendo pessoas independentes, com personalidades e vidas próprias.
Vocês devem amadurecer e se desenvolver de forma individual para que exista um equilíbrio entre o casal. Ninguém deve viver à sombra do outro ou ser totalmente dependente dele.
Claro que o desenvolvimento e amadurecimento dele deve ser paralelo ao seu. Para conseguir isso, é fundamental que vocês tenham alguns objetivos comuns na vida: casa, trabalho, filhos, viagens, vida em casal, etc.
Além disso, é importante que você sinta que existe entre vocês um tipo de união que vai além do material. Uma conexão espiritual, uma forma comum de sentir a vida e o relacionamento.
No começo, o encantamento e a paixão proporcionam essa união especial, depois parece que algo está faltando.
Agindo dessa forma, você não permitirá que haja um desequilíbrio entre os interesses individuais e comuns de vocês.
6. Ter vida social
No início, é normal que vocês só tenham vontade de ficar juntos e sozinhos, porém, é fundamental que vocês tenham vida social. Não só de forma individual, mas também como casal.
Isto significa que vocês devem ter amizades comuns com as quais podem fazer planos. A mesma coisa pode se estender à família. Sair juntos e se divertir fará com que vocês se sintam bem e dará uma pitada de emoção a vida de vocês.
É importante que ambos possam continuar desfrutando sozinhos dos próprios amigos, mas, claro, de uma forma honesta e sadia. Para isso, é fundamental ter confiança no parceiro, o próximo ponto da lista.
7. Confiança: evite o desentendimento
Um relacionamento sem confiança mútua não leva à parte alguma. Não é necessário confiança cega, mas, racional. Se não há motivos reais ou comprovados para desconfiar, infernizar a vida do parceiro com medos ou inseguranças fará com que ele se afaste.
A falta de confiança empobrece as relações e torna a convivência difícil. Aquele que é objeto de suspeita ou acusação costuma se "desapaixonar" porque a atitude da(o) parceira(o) o impede de desfrutar das coisas mais simples.
Para não criar situações incômodas, ele acaba renunciando muitas coisas. Mas, a pessoa que desconfia também sofre muito e pode passar facilmente do amor à obsessão. A solução para este problema passa pela comunicação.
8. Afeto: depois da paixão
As carências afetivas costumam terminar com muitos casais. O afeto é a demonstração do amor, fundamental uma vez que o encantamento e a paixão começam a decair.
É muito importante ter sempre uma atitude carinhosa com o parceiro e fazer demonstrações de carinho para que passem muito tempo juntos. Não se sentir querida é uma das principais queixas das mulheres.
O carinho é algo que deve ser cuidado a cada dia, já que é o que mais facilmente se perde com o tempo e com a rotina.
Você conhece tanto seu parceiro que acha que ele não precisa de mimos e carícias. Se não recebemos carinho devemos fazer com que ele saiba, para ver se é uma questão de descuido ou se existe uma causa mais profunda.
9. Sexo: o tempero da relação
Fazer com que o sexo funcione é um grande ponto a favor para que um relacionamento dure, entretanto, ele não deve ser o principal. Se vocês só estão juntos para poderem praticar o sexo será difícil fazer com que a relação de vocês chegue a algo mais.
É importante que ambos desfrutem das relações sexuais e tomem a iniciativa na hora da transa. O sexo, assim como o carinho, também precisa de cuidado. Vocês não podem se acomodar com o tempo.
O cansaço, o estresse, os filhos e as preocupações fazem estragos na vida sexual de muitos casais. Quando o desejo está inibido é preciso buscá-lo e propiciá-lo. Manter uma vida sexual ativa é um trabalho e uma preocupação dos dois.
10. Amor: saber dar e receber
Amar também se aprende. De fato, é uma atitude madura e pode ser muito consciente. Em quase todos os casais costuma haver um que desempenha o papel de amante e outro o de amado.
É muito cômodo deixar que alguém te deseje, mas nem sempre é a postura que a faz mais feliz no relacionamento.
Tão importante quanto ouvir o parceiro dizer que a deseja, é poder dizer a mesma coisa a ele. Existem pessoas que têm uma enorme capacidade de amar e de se entregar, já para outras, isso custa tanto que chegam a fracassar em seus relacionamentos, mesmo desejando a outra pessoa.
muito amor para todos...e comprem o livro..rs beijos Inté
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